"Os Paresi que atualmente vivem na Área Indígena são descendentes de inter-casamentos consecutivos entre representantes de sub-grupos distintos: Raxiniti, Waimaré, Rawáti, Wareré, e os Rozarini. Os Rozarini hoje constituem maior parcela na composição do grupo. Exceção feita as aldeias do Bacaval, Formoso, Sacre onde a maioria da população se identifica como Waimaré.A população Paresi hoje é da ordem de 1.200 pessoas, distribuídas em 29 aldeias espalhadas nas Áreas Indígenas a eles destinadas. Assim a população média de suas aldeias é de 41,37 habitantes. As terras indígenas Paresi localizadas somam mais de um milhão de hectares. Três delas estão no município de Tangará da Serra: Paresi, Formoso e Estivadinho. Nas sociedades indígenas, não há sítios, fazendas, fábricas, empresas, lojas com seus respectivos donos. Os índios vivem na terra e dos recursos que ela oferece. E a terra é do conjunto de pessoas que vivem em cada aldeia. É porque um índio é membro de uma sociedade que ele tem o direito de usar a terra e tirar proveito dela para o seu sustento. A posse da terra é, portanto, coletiva. Como não há donos da terra, também não há empregados. Todos são igualmente donos e trabalhadores. É pelo trabalho que uma pessoa índia se apropria da terra e de seus frutos. Pelo trabalho, ele abre a sua roça e com os produtos de seu trabalho é que ele sobrevive. Seja porque os consome diretamente, seja porque os troca por outros, através dos canais de parentesco, rituais, etc."
Essa é uma das Histórias dos paresí, como eles vieram parar aqui, e como eles vivem. Nesse texto mostra como é a vida deles nas aldeias, e da importancia na sociedade.
Fala sobre suas terras, hábitos e sabedorias da aldeia.
O índio paresí tambem é agricultor, cultiva seus alimentos, vivem de sua própria terra, todos sao tratados igualmente, porque nao há donos nem empregados.
Nas aldeias, nao há industrias, comércio, nenhum tipo de comercializacao para ganharem dinheiro. Nem há fazendas, é como um todo, todos vivem ali como uma grande familia.
E cabe a nós, sociedade, respeitar as diversas fomas de vida.
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